Prática Nacional: Apoio ao MEI em Chopinzinho

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“No município de Chopinzinho, o ramo de produção de alimentos não estava devidamente interligado e possuía pouca especialização técnica, administrativa e de desenvolvimento. Por exemplo, o setor necessitava de algumas adequações em suas cozinhas para que atendessem às normas da Vigilância Sanitária, o que demonstrava que faltava, aos microempreendedores individuais, capacitação técnica, econômica e administrativa.

Partindo dessa realidade, um projeto passou a ser idealizado pelo secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Tecnologia, Andre Budine, e escrito pela agente de desenvolvimento, Francinele Dalmolim. Após a consolidação das ideias, o mesmo foi nomeado “Projeto Pró-Alimentos Chopinzinho”.

Para capacitação técnica dos MEIs, o município contratou os cursos de Confeiteiro, Salgadeiro, Doces Finos e Rotulagem. Já na área administrativa, o curso “Bom Negócio Paraná” supriu as necessidades. Na área de desenvolvimento, as consultorias ofertadas pelo Sebrae/PR trouxeram a vitalidade necessária para os empresários. O curso de Rotulagem foi importante e ajudou na apresentação dos produtos e, também, no cumprimento da Legislação. Os microempreendedores individuais que aderem ao projeto e que participam de todos os cursos e consultorias oferecidas recebem, ao final, um selo que traz credibilidade ao alimento.

Em parceria com o SENAI, Sebrae/PR, Unicentro, Rotary Chopinzinho, ACEC, Vigilância Sanitária, Sala do Empreendedor, Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Tecnologia, formou-se uma comissão, com representantes de cada entidade, que avaliará os resultados, a partir dos certificados dos cursos e laudos técnicos da Vigilância Sanitária. Essa comissão emitirá um parecer para que os MEIs recebam o Selo que atesta a confiabilidade dos produtos.

Outro ponto importante do programa é a divulgação do significado do Selo no comércio local e para a comunidade (como funciona ou por que alguns produtos o possuem e outros não, por exemplo), para que o mercado consumidor saiba que aquele produto tem procedência e possa adquiri-lo com maior segurança.”

Francinele Dalmolim – agente de desenvolvimento responsável